Como escolher o seu adoçante ideal?

Natural ou artificial? Sem calorias ou com calorias? A resposta é: depende!

Alguns fatores podem influenciar na hora de tomar a decisão:

  • Você precisa emagrecer ou já emagreceu e quer manter o peso?
  • Você está treinando para ganhar massa muscular?
  • Você está saudável ou é pré-diabético ou diabético?

Para entender tudo e para facilitar a sua escolha, conheça cada uma das opções!

Sorbitol, Xylitol, Maltitol, Erytritol

Esses adoçantes são alcoóis de açúcar e assim como o açúcar, eles são também carboidratos. São extraídos de plantas e cereais e ocorrem em pequenas quantidades na natureza. Contém poucas calorias e, embora naturais, se consumidos em excesso podem causar inchaço e câimbras. Também causam danos aos dentes como o açúcar comum (nada de deixar a escova de dente de lado hein, hehehe) mas tem um índice glicêmico muito baixo, que não dispara o processo de acúmulo de gordura através da insulina.

Mel

Esta mistura única no planeta de açúcar, enzimas, minerais, vitaminas e aminoácidos é bastante diferente de qualquer outro adoçante natural!

O mel possui uma alta quantidade de frutose (em média 53% da sua composição), que é o açúcar do mel. Uma colher de chá desse adoçante natural contém 4 gramas de carboidrato e seu índice glicêmico é alto e se consumido em excesso eleva os níveis de insulina o que faz com que a gente engorde.

Porém, se usado com moderação, possui muitos benefícios à saúde.

Por curiosidade, listei alguns benefícios para a saúde, além do óbvio:

  • Alivia a tosse tão bem quanto uma substância chamada dextrometorfano usada em remédios.
  • Possui propriedades antibacterianas, antifúngicas e antioxidantes.
  • O mel era comumente usado, até o início do século 20, para combater infecções e herpes. Nos dias de hoje, conforme os pesquisadores descobrem como exatamente o mel ajuda no tratamento de infecções, sua popularidade vem aumentando!
  • Ajuda na cicatrização de úlceras.
  • Diluído em um pouco de água quente, ajuda no combate à caspa seborreica.
  • É um excelente umectante, ótimo para a saúde da pele e dos cabelos. Você pode adicioná-lo ao shampoo, ao condicionador ou ao creme hidratante.

É uma excelente fonte de energia rápida e de “longa duração” para atletas e pode ser usado como pré ou pós treino de acordo com seus objetivos.

Para usufruir de todos esses benefícios, é importante que o mel seja cru, não filtrado e de uma fonte confiável!

Melado de Cana

Assim como o mel, o melado de cana é muito rico em nutrientes mas se consumido em excesso eleva os níveis de insulina. Uma colher de chá tem em média 5 gramas de carboidratos . É uma excelente fonte de vitaminas e minerais.

Veja alguns benefícios do melado de cana:

  • A presença de ferro ajuda no tratamento da anemia.
  • Por ser excelente fonte de cálcio, auxilia na saúde dos ossos, nervos e funcionamento do coração.
  • O magnésio presente no melado auxilia na ativação de mais de 300 enzimas que regulam as funções corporais.
  • O potássio do melado ajuda a ativar enzimas usadas no metabolismo do carboidrato e da proteína. Junto com o cálcio e o magnésio, apóia o funcionamento das contrações musculares.

Este adoçante natural assim como o mel, é muito superior ao açúcar refinado em termos de nutrientes e, desde que usado com moderação, pode ser ótima escolha para quem quer manter o peso ou está treinando para o ganho de massa muscular.

Açúcar de coco

O açúcar de coco é um adoçante natural extraído da seiva da flor do coqueiro. Não contém quantidades significativas de nutrientes mas podemos encontrar ferro, zinco e potássio além de ácidos graxos de cadeia curta, polifenóis e antioxidantes.

O açúcar de coco contém uma fibra chamada inulina que proporciona uma absorção mais lenta da glicose por isso possui um índice glicêmico de 35 enquanto que o do açúcar comum fica próximo de 68. Uma colher de chá desse açúcar contém 4 gramas de carboidratos,  portanto requer moderação no consumo.

Stevia e Taumatina

São adoçantes naturais de baixa ou zero calorias. Não são carboidratos e por isso não elevam a insulina. Assim como os adoçantes artificiais, a Stevia e a Taumatina possuem um gostinho residual. Por tamanho benefício, ou seja, são naturais e adoçam sem engordar um miligrama, vale a pena testar e ver se você se adapta.

Aspartame, Sucralose, Sacarina, Acesulfame K e Ciclamato

O que os adoçantes artificiais tem em comum, além é claro, do fato de serem artificiais?

A incrível capacidade de estimular os receptores do sabor doce na língua.

Por este motivo, pesquisadores acreditam que ao estimular o sabor doce, os adoçantes disparam um circuito cerebral responsável pela área de recompensa do cérebro (assim como o açúcar) mas a falta de calorias interrompe o caminho, fazendo com que seu organismo peça por mais açúcar, disparando assim o desejo por alimentos doces.

Um estudo mostrou que o consumo de açúcar diminui os sinais enviados ao hipotálamo, o regulador de apetite no cérebro. O mesmo não acontece com o aspartame, o que sugere que o cérebro não registra o consumo de adoçantes como um alimento que satisfaz.

Outro argumento contra os adoçantes é que ele encoraja a dependência e o desejo por açúcar. Sabe quando diminuímos o sal e nos acostumamos com a comida menos salgada? Quando, por acaso, voltamos a adicionar um pouco mais de sal nos parece salgado demais o que antes era considerado ok.

Em algumas semanas, podemos treinar nosso paladar e adoçar cada vez menos. Ao contrário, quanto mais doce consumimos os alimentos, ao longo do tempo, mais adoçados precisam ser para nos satisfazer.

Vale o exemplo!

Quer tirar o açúcar do café?

Experimente por 15 dias e você vai perceber que no décimo sexto dia bom, aquele gosto amargo desapereceu. Sim, nosso organismo precisa de 15 dias para readaptar o paladar!

Além destas questões, existe um estudo que comprova que, em apenas 6 dias, o uso da sacarina leva à resistência à glicose, causada pela alteração da flora intestinal, ou seja, piora também a saúde do seu intestino.

O certo e óbvio é que adoçantes artificiais são produtos químicos e como tal devem ser evitados por quem se importa com a saúde.

E se você tem tendência à compulsão, níveis elevados de açúcar no sangue ou algum outro problema de saúde como dores de cabeça constantes, problemas neurológicos ou intestinais EVITE ao máximo o uso dessas substâncias.

Sempre que puder, escolha adoçantes naturais que, embora sejam mais caros, não comprometem seu emagrecimento e nem sua saúde.

Caso opte por um adoçante artificial, tenha em mente que adoçantes são para uso temporário. Aos poucos, vá diminuindo cada vez mais a dose que você está acostumado. Acostumou? Diminua uma gota. Seu paladar vai se adaptando e você terá cada vez menos necessidade de adoçar seus alimentos.

Os 10 surpreendentes benefícios que você terá ao excluir o açúcar da sua dieta.

Além do emagrecimento em si, muitos outros benefícios podem ser alcançados ao diminuir ou eliminar o consumo de açúcar. Alguns são realmente surpreendentes:

  1. Redução da pressão arterial e triglicérides, o açúcar é o verdadeiro vilão das doenças cardíacas.
  2. Diminuição dos radicais livres no organismo o que colabora e muito para uma aparência mais jovem!
  3. Melhora a imunidade, ou seja, menor incidência de doenças. Você conhece alguém que vive resfriado, por exemplo?
  4. Diminui a ansiedade e está diretamente relacionado à depressão e outros distúrbios como a síndrome do pânico. Será que é por acaso que os números de casos de depressão só aumentam?
  5. Diminui a probabilidade do desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. Também aqui não é por acaso que essas doenças tem afetado cada vez mais pessoas e cada vez mais cedo.
  6. Diminui a incidência de dores de cabeça e enxaqueca.
  7. Melhora a concentração, diminui a fadiga e aumenta a aprendizagem.
  8. Protege seu organismo e intestino da propagação de parasitas e fungos.
  9. Diminui a fermentação e acidez estomacal.
  10. Melhora da artrite, osteoartrose e fibromialgia pois o açúcar é um dos causadores e responsáveis pela piora dos estados inflamatórios.

E não para por aí …

  1. O açúcar é um agente acidificante do organismo e é sabido que células cancerígenas precisam deste ambiente para se proliferar.

A ausência de açúcar na dieta (dieta cetogênica) é um dos mais comentados tratamentos nutricionais para pessoas com câncer. De acordo com o pesquisador da universidade de Harvard e chefe do Beth Israel Deaconess Cancer Center, Lewis Cantley, ⅓ dos tipos de câncer, incluindo os mais comuns como mama e cólon, apresentam receptores de insulina em sua superfície de modo que a insulina se liga a esses receptores estimulando as células cancerosas a se “alimentar” de glicose.

Vale a pena ficar longe do açúcar, não vale?

Disbiose & Obesidade Qual a relação?

Você sabia que o nosso intestino possui inúmeras bactérias e que o equilíbrio entre elas é essencial para nossa saúde e bem-estar? Síndrome do intestino irritável, sintomas de má digestão, como azia, excesso de gases e barriga inchada, diarreia, prisão de ventre, gastrites, candidíase, intolerância à lactose,  depressão, cansaço e dores crônicas, entre tantos outros males, podem ser decorrentes de uma flora intestinal desequilibrada. E, além de todos esses efeitos nocivos à saúde, o desequilíbrio da microbiota intestinal, conhecido como disbiose, também tem influência no sobrepeso e obesidade.

 

O excesso de peso não é apenas uma questão estética, mas sim de saúde pública, uma vez que diversas doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, pulmonares e até o câncer estão relacionadas à obesidade. Suas causas mais conhecidas, além de fatores genéticos, são os fatores comportamentais, como o sedentarismo, maus hábitos alimentares, uso excessivo de álcool e estresse. Entretanto, o que muitas pessoas não sabem é que a disbiose intestinal é uma situação que favorece o ganho de peso ao longo dos anos.

De acordo com a especialista, a predominância de determinadas bactérias, consideradas “maléficas”, interfere na absorção de vitaminas e minerais, ocorrendo também produção adicional de calorias. São essas calorias a mais, resultantes do metabolismo bacteriano, as responsáveis pelo contínuo ganho de peso e também pela dificuldade em se perder medidas. “O consumo de alimentos refinados, pouca ingestão de fibras alimentares, o uso frequente de medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios e laxantes reduzem as bactérias ‘benéficas’  da microbiota intestinal, levando à disbiose”, esclarece a médica nutróloga. Também estão sujeitas a este desequilíbrio intestinal as pessoas que fizeram cirurgia bariátrica, e isso se manifesta com os sintomas digestivos, principalmente muitos gases, e reganho de peso após alguns anos de cirurgia.

A boa notícia é que o tratamento adequado, feito por meio de reeducação alimentar, medicamentos e suplementos, pode evitar e reverter o quadro.

Nosso intestino é responsável por parte do nosso sistema de defesa e funciona como um grande filtro que favorece ou impede a entrada de determinados nutrientes e de substâncias prejudiciais ou não à saúde. Se o intestino está saudável, os nutrientes são bem absorvidos. No entanto, a flora intestinal em desequilibrio gera ou facilita o aparecimento de doenças como a obesidade.

 

O diagnóstico é o primeiro passo para o tratamento da disbiose intestinal e, consequentemente, da obesidade. Primeiro, é preciso uma avaliação completa do paciente, com história clínica e avaliação da composição corporal, exames laboratoriais, além do teste de hidrogênio expirado, que mede o crescimento bacteriano no intestino e tem se mostrado um diferencial pelos resultados. Neste exame, o paciente ingere uma substância específica e depois avalia-se o ar expirado, indicando se a pessoa possui ou não um crescimento bacteriano normal.

Já o tratamento é feito através de um plano alimentar individualizado, com utilização de suplementos probióticos, prebióticos e antibióticos, quando necessário. O objetivo final é recolonizar o intestino. A médica enfatiza que a reeducação alimentar é indispensável ao tratamento, visando manter o intestino saudável. Tratando a disbiose, o paciente terá muito mais facilidade para perder peso, evitando a obesidade.

Beijos

Instestino: o segundo cérebro!

 

Quem nunca sentiu um “nó no estômago” por estar ansioso ou teve “borboletas no estômago” ao ver a pessoa amada? Não é apenas uma metáfora. Sinais como esses mostram que existe uma relação importante entre o cérebro e o sistema digestivo.

Quem não cuida do sistema digestivo estará mais propenso a estresse, irritação, depressão, cansaço, ganho de peso. Enfim, é uma pessoa menos saudável!

O chamado “segundo cérebro” encontra-se no do sistema digestivo, sendo formado pelo sistema nervoso entérico. Ele é formado por milhões de neurônios localizados na parede do tubo digestivo, sendo responsável por cerca de 95% da produção e concentração de serotonina, o hormônio do bem-estar. A melatonina, que age durante o sono, é outro hormônio produzido pelas células intestinais.

A ligação direta entre o “cérebro da cabeça” e o “cérebro do intestino” é real e se faz por meio dos neurotransmissores, como a serotonina, e por estímulos nervosos, via nervo vago. Isso explica por que sentimos tanto incômodo devido a problemas digestivos. A palavra “enfezado”, por exemplo, é bastante representativa da impaciência que sentimos quando estamos com o intestino preso. “A flora intestinal, isto é, os micro-organismos presentes no nosso intestino, também têm ligação direta com nosso cérebro.

Situações de síndrome do intestino irritável e doenças inflamatórias intestinais também estão ligadas ao tipo de bactéria presente nos intestinos. A síndrome do cansaço crônico também parece ter relação direta com a composição da flora intestinal, de acordo com alguns estudos. Muitas pessoas que passam por cirurgias para redução de peso, como a cirurgia bariátrica, podem sofrer de sintomas digestivos cronicamente relacionados à mudança na flora intestinal.

Os indivíduos com desordens intestinais padecem de mais estresse, ansiedade e depressão. Como resultado desse desequilíbrio no humor, muitos acabam comendo mais e preferindo alimentos gordurosos e açucarados, para sentirem aquela sensação de prazer após um chocolate, por exemplo. Isso acaba se refletindo no peso, que aumenta constantemente, acumulando-se principalmente na região da cintura.

A fórmula para possuir corpo saudável e mente sã é lembrar-se dos cuidados com o cérebro intestinal, fornecendo bons combustíveis para seu funcionamento. Uma alimentação composta por frutas, legumes, cereais integrais e muita fibra é essencial no processo – sempre evitando alimentos açucarados, frituras, produtos refinados e industrializados, repletos de conservantes, corantes e outros compostos químicos que confundem os neurotransmissores. Aliar exercícios físicos à boa alimentação é a combinação perfeita para o pleno funcionamento do intestino, pois são os músculos que ativam nosso metabolismo.

A mastigação é essencial no processo de emagrecimento e no tratamento de desordens digestivas. Quem mastiga mal, digere pior os alimentos, tem pior flora intestinal, além de sofrer mais com sintomas como azia e refluxo. Comer mais rápido e em maior quantidade significa, também, ganho de peso.

Focar apenas no tipo dos alimentos ingeridos não é suficiente. É preciso enfatizar a importância da mastigação correta para ter um sistema digestivo mais saudável. Levar no mínimo 20 minutos para comer é o indicado, para que sejam produzidos os hormônios da saciedade.

Vale lembrar que o estômago não possui dentes: sendo assim, engolir o alimento mal mastigado traz sintomas desagradáveis após as refeições.

Beijos.

Como Controlar a Vontade de Comer Doce?

Doces e chocolates são uma verdadeira tentação, e resistir à essas delicias é tarefa difícil pra muita gente. Aí que surge a pergunta, como controlar a vontade de comer doce?

O desejo exagerado de comer doces pode estar relacionado à fatores emocionais como carência ou ansiedade ou ainda fatores fisiológicos, como a deficiência de alguns nutrientes.

# Cromo

Outra causa importante pode ser a deficiência de um mineral chamado cromo. A falta de cromo no organismo dificulta a utilização dos carboidratos como fonte de energia e faz nosso cérebro pensar que precisamos de uma fonte de energia rápida, que são justamente os doces.

O cromo é conseguido em alimentos como:

  • ovos,
  • algumas carnes,
  • nozes,
  • banana,
  • espinafre,
  • germe de trigo,
  • grãos integrais e
  • levedo de cerveja.

 

Em casos onde for constatada a deficiência, por meio de exames bioquímicos, pode ser recomendada até mesmo a suplementação.

# Longe das tentações

Além de caprichar na alimentação para evitar os “ataques compulsivos” é importante também se manter longe das tentações, não tenha em casa ou na bolsa nenhum tipo de doce, chocolate ou bala dessa forma fica mais fácil resistir.

# + Exercícios – Doces

A prática regular de atividade física também ajuda muito a resistir aos doces. Com o exercício são liberadas substâncias que nos dão sensação de prazer, melhoram o humor, diminuem a ansiedade e conseqüentemente a vontade de atacar os doces.

Abandonar os doces realmente é uma missão muito difícil. Porém, você sempre escutou e sabe que é de extrema importância evita-los porque não fazem bem algum para a saúde.

O açúcar é conhecido como “caloria vazia” porque não possui valor nutricional algum quando junto a qualquer alimento e exagerar no açúcar leva ao aumento de peso e ao surgimento da diabetes. Mas então, como controlar a vontade de comer doces?

1 – Reduzindo o açúcar aos poucos

Se você come doces com muita frequência o ideal não é parar de consumi-los do dia pra noite. “Mas porque?”

Quando você corta por completo algo que é comum em sua alimentação, pode até conseguir manter por alguns dias, porém, logo não aguentará mais e vai passar a comer mais doces do que já comia. O famosos “efeito rebote”.

Portanto reduza o consumo de maneira gradual.

2 – Matemática simples: – Doces – Calorias = + Saúde

Durante todo o dia é recomendado fazes refeições principais e lanches conforme a sua fome! Coma de maneira correta, isso vai ajudar a sentir aquela vontade de comer doce logo após as refeições principais. Para substituir os doces, algumas pessoas recomendam por exemplo comer frutas, iogurte, gelatinas light… Porém, cuidado. Se seu objetivo for emagrecimento, nada de frutas!

3 – Prepare seu psicológico

Muita gente ingere de forma compulsiva, descontando seus problemas em geral no doce. Não elimine os doces por completo da sua vida e antes de tudo procure um suporte emocional para começar essa mudança.

4 – Fique longe dos doces, balas, chocolates

O que os olhos não veem a barriga não sente. rs

Procure não ter por perto nenhum tipo de doce. Nem em casa, nem na bolsa, nem no trabalho. Ter esse tipo de alimento por perto só vai aumentar a vontade de comer.

5 – Alimentos que controlam a vontade de comer doces

Alguns alimentos são excelentes para reduzir a vontade de comer doces. Nozes, amêndoas e castanhas são indicados para controlar a vontade de comer doces.

6 – Atividade física sempre é importante

Praticar exercícios de forma regular ajuda a não sentir vontade de ingerir doces. O exercício libera substâncias no cérebro que trazem sensação de prazer, melhor sua auto estima, diminui a ansiedade e a vontade de comer doces.

A atividade física é importante também para melhorar a capacidade cardiovascular do nosso organismo e aumentar a qualidade de vida por um todo.

Dica extra, importante: jamais pule as refeições achando que com isso poderá comer um doce ou uma sobremesa a mais. Isso não funciona e acabamos comendo mais do que o necessário. O resultado? Aumento nas calorias ingeridas diariamente e todo o esforço é jogado por água a baixo.

Beijos.

 

Bisfenol A

O bisfenol A é um disruptor endócrino que mimetiza os hormônios do organismo e pode causar efeitos negativos sobre a saúde.

Ele é utilizado para “enrijecer” o plástico policarbonato transparente, que é usado em uma ampla variedade de produtos de consumo, incluindo garrafas de água e mamadeiras.

Entretanto, existem inúmeros estudos alertando sobre a preocupação quanto ao que esta substância pode liberar no organismo, como foi o caso da Endocrine Society que, em 2009, divulgou comunicado científico expressando preocupação com a exposição humana corrente ao BPA. Um ano antes, o relatório do NTP (Programa Toxicológico Nacional) dos EUA já havia demonstrado que havia alguns riscos quanto ao consumo, expressando “alguma preocupação por efeitos sobre o cérebro, comportamento e glândula próstata em fetos, bebês e crianças”, com menor preocupação com o efeito sobre glândulas mamárias a mortalidade.

Os riscos que o BPA pode causar à saúde vêm sendo motivo de debate, já que muitos estudos demonstram que o BPA é um xenoestrógeno, ou seja, ele confunde os receptores celulares no organismo e se comporta de forma parecida à dos estrógenos naturais. Por este motivo, o BPA é considerado um disruptor endócrino (DE).

Essas substâncias, de maneira geral, desequilibram o sistema endócrino, modificando o sistema hormonal. Os efeitos do BPA no organismo podem causar aborto, anomalias e tumores do trato reprodutivo, câncer de mama e de próstata, déficit de atenção, de memória visual e motor, diabetes, diminuição da qualidade e quantidade de esperma em adultos, endometriose, fibromas uterinos, gestação ectópica (fora da cavidade uterina), hiperatividade, infertilidade, modificações do desenvolvimento de órgãos sexuais internos, obesidade, precocidade sexual, doenças cardíacas e síndrome dos ovários policísticos.

Portanto preste muita atenção na garrafinha de água que você guarda para consumir “mais tarde”, pois quando exposto ao sol, o plástico solta dois compostos químicos: o antimônio (substância cancerígena) e o bisfenol A.

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia tenta há algum tempo fazer com que seja proibido o uso desse disruptor endócrino em produtos nacionais. E a entidade já teve algum sucesso, pois, desde 2012, as mamadeiras fabricadas no país ou importadas não podem conter essa substância, conforme a resolução RDC n° 41, de setembro de 2011.

Decisão semelhante tomaram outros países, como Dinamarca, alguns países da União Europeia e alguns estados dos EUA e o Canadá, precursores desse movimento. Agora, a SBEM busca fazer com que essa resolução também inclua brinquedos (o BPA é especialmente agressivo para crianças de 0 a 12 meses, porque o sistema endócrino delas ainda está em formação) e embalagens de alimentos.

Mas você não precisa se desesperar: é só ficar atento ao tipo de plástico que você está levando para a sua casa. Fique atento aos símbolos de reciclagem 3 (PVC) e 7 (PC) nas embalagens, pois podem conter BPA.

Sempre que possível, dê preferência a recipientes de vidro. Quando for usar mamadeiras, dê preferência às que contenham no rótulo o “BPA free” ou utilize as de vidro. Jamais esquente ou leve ao freezer bebidas e alimentos acondicionados no plástico. O BPA é liberado em maiores quantidades quando o plástico é aquecido ou resfriado.

Descarte utensílios de plástico lascados ou arranhados. Não utilize detergentes fortes, esponjas de aço ou máquina de lavar louça para lavar recipientes de plásticos.

Sempre que possível, opte pelo vidro, porcelana e aço inoxidável na hora de armazenar bebidas e alimentos e, por fim, evite o consumo de alimentos e bebidas enlatadas, pois o bisfenol é utilizado como resina epóxi no revestimento interno das latas.

Beijos

Combata a Anemia com Uma Boa Alimentação.

A anemia é caracterizada por uma baixa disponibilidade de hemoglobina no organismo que é devido a carência no consumo de alguns alimentos contendo ferro, zinco, vitamina B12 e proteínas. A anemia ferropriva, causada por deficiência de ferro, é muito mais comum que as demais, pois 90% das anemias são associadas à deficiência na ingestão de ferro.

Existem ainda a anemia falciforme; perniciosa; megaloblástica; aplástica; hemolítica e de fanconi e cada uma delas possui uma causa diferente. Conhecer a causa é muito importante para se fazer o tratamento.
A anemia é muito comum em gestantes, que geralmente podem adquirir a anemia devido às baixas reservas de ferro pré-concepcionais e a elevada necessidade do mineral em função da formação dos tecidos maternos e fetais.

anemia. sickle cell and normal red blood cellApesar de ser mais comum em gestantes, nutrizes e mulheres adolescentes em estado de maturação hormonal ou com ciclos menstruais muito intensos, o jovem adolescente ou o idoso pode também ser acometido dessa doença.

Os principais sintomas vão desde a perda de apetite,palidez da pele e dos olhos, sonolência, apatia e retardo no crescimento tanto do feto quanto do jovem.

O diagnóstico é feito através do exame hematológico após uma suspeita após um exame clínico.
O tratamento é feito de forma geral com a introdução de alguns alimentos ricos em ferro e a mudança da combinação com outros alimentos.
A introdução de alimentos de origem animal é uma das formas de se tratar, pois as carnes vermelhas, fígado de boi fornecem o chamado ferro M, que tem uma melhor biodisponibilidade, além da introdução de alguns tipos de peixes, mariscos  e aves.
Temos ainda os alimentos de origem vegetal, que tem como fonte de ferro os folhosos verde-escuros,como agrião, couve, cheiro-verde, taioba; as leguminosas (feijões, fava, grão-de-bico, ervilha, lentilha); grãos integrais ou enriquecidos; nozes e castanhas, o caldo de cana e a rapadura, e o açúcar mascavo.Já existem no mercado pães enriquecidos com ferro, e as farinhas em seu estado integral ainda possuem uma grande quantidade de ferro.
É preciso ter cuidado com a ingestão de leite pois ele pode dificultar a absorção do ferro, mas já existe no mercado tais produtos enriquecidos com ferro e vitaminas para diminuir esta possibilidade.
Reduzir a ingestão de bebidas alcólicas e de chás ou café também se fazem necessário pois eles também interferem na absorção do ferro.
O aumento na ingestão de vitamina C também é uma das estratégias usadas pois a vitamina a vitamina C potencializa absorção do ferro pelo organismo.
Algumas estratégias muito antigas também são usadas, como por exemplo,  cozinhar os alimentos em panelas de ferro. Essa talvez seja uma opção de fácil acesso para alguns e pode ser utilizada sem prejuízo pra sua saúde.
Beijos.

Você sabe o que é TRIPTOFANO ?

Bom dia! Vamos começar nosso dia com informação?

Você sabe o que é o TRIPTOFANO?

De forma bem resumida, ele é um aminoácido que juntamente com a vitamina B3, a niacina e o magnésio, produz a serotonina (conhecido como o hormônio do prazer) que está relacionado no processo do sono e humor. No cérebro, a serotonina tem função na regulação do sono (melatonina), humor, apetite , memória e etc… Devido as suas ações, esse aminoácido ajuda no combate a depressão, ansiedade, insônia, controle do peso e distúrbios alimentares.

É fácil detectar a deficiência desse aminoácido verificando os seguintes sintomas: depressão, fome excessiva (principalmente a vontade por doces), TPM aguda e distúrbio do sono.

Sua ingestão pode ser por meio de alimentos ou cápsulas manipuladas.

Alguns exemplos de alimentos ricos nesse aminoácido são: queijo, amendoim, castanhas, amêndoas, nozes, ovos, frango, banana, abacaxi , abacate, ervilha, aveia e salmão.

A dica para quem tem insônia ou quadro de distúrbio alimentar durante o período da noite é consumir uma das fontes ricas em triptofano na ceia.

A alimentação pode ser a chave para evitar muitos problemas,por isso, faça do alimento o seu remédio!

Beijos.

Celulite: tudo o que você precisa saber!

Oi, gente!!! Todo mundo já ouviu, pelo menos uma vez na vida, o tal discurso de que toda mulher normal tem celulite. Ok, mas nós não gostamos dela, não é verdade?! Ela é uma verdadeira pedra no nosso sapato, calo nos nossos pés, ou melhor, buraquinhos nas nossas coxas, bumbuns, pernas… Aff…!

Por isso, no post de hoje trouxe algumas dicas que podem nos ajudar a ter uma pele mais lisinha!!!

Celulite é um nome bem conhecido no mundo feminino, claro que todo mundo já ouviu falar do que se trata, mas não sabemos como se trata. A verdade é que dificilmente uma mulher não tem celulite, até as magrinhas tem.

A celulite é um acumulo de gordura e tecido fibroso (endurecido), que causa irregularidades por baixo da pele de algumas regiões do nosso corpo, vemos mais em mulheres devido fatores hormonais, e muitas vezes ela está acompanhada de dor a palpação, má circulação local e flacidez.

Cellulite - bad skin condition

 

Ela é dividida em graus, que vão do menos acometido para o mais afetado:

  • Grau 1: quase não aparece, somente quando comprimimos o local;
  • Grau 2: aparência já modifica, aparecem ondulações na pele mesmo sem apertar a região, formato de “casca de laranja”;
  • Grau 3: aparecem as ondulações com dor local, apresenta nódulos que possuem consistência endurecida e aumento de dor no local, com uma compressão leve;
  • Grau 4: O tecido fica endurecido, há um comprometimento sério com diminuição da circulação local, a dor é constante e existem fibroses.

Os locais do corpo mais comuns, que também são os lugares onde nota-se um maior acúmulo de gordura: glúteos e culote, coxas, abdômen, joelhos e braços

 O que é mito e o que é verdade sobre a celulite???

 MITO

  1. É coisa de mulher? Não, a celulite pode sim acometer homens, porém acomete mais as mulheres.
  2. Creme funciona? Não, os cremes ajudam a nutrir a pele, hidratando-a e melhorando seu aspecto, porém não agem nas camadas mais profundas onde a celulite está afetando.
  3. Esfoliação tira celulite? Não, a esfoliação vai melhorar a circulação superficial da pele, melhora o aspecto local e renova as celulas, mas não trata a celulite.
  4. Somente obesos possuem celulite? Não, a celulite pode sim aparecer em pessoas mais magras, como fatores anatômicos e hereditários estão envolvidos os indivíduos de sobrepeso apresentam mais facilidade, porém ela aparece em qualquer pessoa.

 VERDADE

  1. Roupa apertada dá celulite? Sim, as roupas apertadas podem comprometer a circulação local, diminuindo o retorno venoso e linfático e estes podem sim piorar ou formar um acúmulo de gorduras e líquidos, podendo piorar uma celulite já existente.
  2. Gravidez aumenta celulite? Sim, durante o período da gestação temos influencias hormonais e o próprio peso da barriga por compressão mecânica pode diminuir o retorno venoso e linfático, também favorecendo o aparecimento de celulite principalmente em membros inferiores.
  3. Stress dá celulite? Este é um tema delicado, pois existem estudos que dizem sim que pessoas com níveis altos de stress acumulam gorduras mais facilmente em alguns locais, e daí sim pode ser um fator de surgimento de celulite.
  4. Fumar, usar anticoncepcionais e alimentar-se mal dá celulite??? SIM!!! Um dos principais fatores da celulite é a má alimentação, alimentos ricos em sal, gorduras e excesso de açucares são inimigos da boa forma em geral, e causadores de celulite. O fumo e o anticoncepcional também são importantes na formação da celulite, eles atuam na microcirculação, muitas vezes fragilizam vasos sanguíneos, acumulam líquidos e toxinas também fazendo a formação da celulite.
  5. Tratamentos estéticos funcionam? Sim, alguns aparelhos de fisioterapia e estética melhoram muito a celulite quando agem na quebra da fibrose formada e melhoram a circulação do local afetado. Outro tratamento que melhora muito é a massagem modeladora e a drenagem linfática.
  6. Lipoaspiração melhora? Sim, a lipo melhora a celulite, porém já existem estudos que a gordura volta a se acumular no local mesmo após tratamento cirúrgico.
  7. Exercícios melhoram? Sim, exercícios físicos são fundamentais para tratar a celulite, queimar a gordura local e melhorar a circulação, é indicado para prevenir o surgimento de celulite e melhorar o aspecto de graus leves e mesmo em pós cirúrgicos está indicado pois necessita-se de uma manutenção.

Beijos.

Acrilamida!

Tem muita gente que adora comida “bem passada”, principalmente devido ao sabor diferenciado.

Quando exageramos no cozimento dos alimentos, eles se tornam muito moles, escurecem, perdem o sabor original, os nutrientes e as vitaminas. Porém, não é só isso que acontece. A formação de uma substância chamada acrilamida ocorre quando alimentos são muito cozidos e/ou fritos.

Essa substância é motivo de preocupação porque é cada vez mais comum o consumo de alimentos fritos ou muito cozidos.

A acrilamida é produzida por meio da reação entre açúcares e aminoácidos presentes em alimentos que são submetidos a altas temperaturas. Esse processo denomina-se reação de Maillard e se desenvolve quando cozinhamos ou fritamos alimentos em temperatura acima de 120°C. Devido a essa reação, os alimentos mudam de tonalidade, como ocorre com o “pão na chapa”, muito presente no café da manhã de muitos brasileiros.

Alimentos com acrilamida

A substância está presente em alimentos ricos em amido como batata chips, batata frita industrializada, batata frita pré-frita, batata frita feita em casa, pães de leite, biscoitos (cookie, bolacha recheada), mistura para mingau infantil, cereais matinais e café instantâneo. Esses alimentos, quando aquecidos e/ou fritos no processo de fabricação ou na preparação caseira liberam a acrilamida.

Quais os efeitos da acrilamida?

Testes indicam alterações neurológicas, tumores (câncer) na região ocular, alterações morfológicas nos nervos e tumores de mama para concentrações de 0,2 mg/kg de peso corporal por dia.

Apesar de que a estimativa indique que uma pessoa altamente exposta à acrilamida por meio da dieta ingira aproximadamente 0,004 mg/kg de peso corporal por dia, os efeitos na saúde provocados pela acrilamida não devem ignorados, porque nos últimos anos o padrão alimentar tem mudado rapidamente, tendendo para o consumo exagerado de produtos industrializados e ricos em amido.

O que podemos fazer para evitar?

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não existe um valor aceitável de acrilamida que possa ser ingerido.

Ainda que a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC) esteja reavaliando o surgimento da acrilamida em alimentos, a substância poderá ser classificada como provável carcinogênica para seres humanos.

Diante desta situação preparamos algumas dicas para você:

  • Evite cozinhar demais os alimentos (não deixe que escureçam);
  • Reduza a ingestão de frituras e alimentos industrializados;
  • Utilize o cozimento a vapor;
  • Quando precisar cozinhar, use pouca água e não cozinhe por muito tempo;
  • Quando for ingerir batata frita opte pela feita na sua casa;
  • Para reduzir a formação de acrilamida em 75%, antes de fritar mergulhe as batatas em uma solução de vinagre e água. (proporção de 1:3).

Beijos.