Chocolate

Hoje é sábado, mas, como falar de saúde e qualidade de vida é um exercício diário, quero compartilhar com vocês alguns pontos sobre o chocolate.

Mas, como “segurar a barra” e não exagerar? Se chocolate é um de seus “pontos fracos”, é preciso ter atenção redobrada para não se render a diversidade de produtos oferecidos e exagerar no consumo. Para muitos é preciso evitar, para não descontrolar.

O chocolate pode ser benéfico para a saúde do organismo, mas apenas se consumido com moderação e em sua forma mais “pura”, ou seja, com percentual de cacau em sua composição igual ou superior a 70%.

O fruto usado como matéria-prima para fazer o chocolate, o cacau, possui substâncias antioxidantes (flavonoides) e estimulantes que podem contribuir com a atividade cerebral, bem como auxiliar no controle do humor.

Agora, a questão é que em grande parte, a maioria dos  chocolates, são industrializados e compostos de uma série de ingredientes que podem ser considerados ‘antinutrientes’, como colorantes, conservantes, além de conter grande quantidade de açúcar refinado, leite (geralmente em pó) entre outros produtos que nada tem a oferecer em termos de qualidade nutricional para o organismo.

Os chocolates conhecidos como “brancos”, embora poucos saibam, tabém não são recomendados. Este tipo de variação do produto sequer contem em sua massa o cacau, mas sim, é feito à base de manteiga de cacau, açúcar e leite, ou seja, não têm antioxidantes e ainda são mais calóricos.

Por tudo isso devemos ter muita cautela para não cairmos na tentação!

Banha de porco

Acredito que muitos fiquem desconfiados ao ouvir a palavra “banha” entre os ingredientes de uma refeição, correto?!

‪Antigamente, principalmente na época dos nossos avós, a comida era preparada de um jeito muito especial, com ingredientes que vinham da própria natureza ou da criação de subsistência, ou seja, de uma fonte confiável.

‪A verdade é que mesmo de a banha ser vista como uma grande vilã, ela pode sim fazer muito bem para a saúde desde que consumida da maneira certa e com moderação!

‪Ela pode ser derivada do porco, a mais usual, mas aos que por alguma questão não consomem porco e seus derivados, há opções como a banha de pato e de avestruz, por exemplo. O importante é que ela seja artesanal, direto do produtor, sem ter sido submetida a processos industriais, que integram na fórmula substâncias como nitritos e nitratos.

‪Ao contrário do que se imagina, a banha de porco atinge a temperatura certa para fritar os alimentos muito mais rápido e, por não ter sofrido processo de industrialização, ele não contém o grande número de compostos que são tóxicos a saúde, como radicais livres, que como sabemos, podem causar câncer se consumidos por muito tempo.

‪Pelo que podemos observar o ponto nevrálgico que torna um alimento pobre em valores nutricionais ou com riscos à saúde, é quando este é submetido ao processo industrial.

‪Outro mito que a Indústria nos fez acreditar por muito tempo foi que a banha de porco causa doença cardíaca, o que é um grande engano, visto que a gordura animal é completamente saudável ao organismo.

‪E você?

Depois dessas informações ainda vai ficar refém dos óleos industrializados?!

A escolha é sua!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7 (sete) estratégias para controlar a vontade de doces e carboidratos!

Quem não quer engordar, perder sua saúde bem antes dos 90 ou ter uma aparência mais velha do que a própria idade, precisa se manter longe do açúcar e diminuir consideravelmente o consumo de carboidratos, principalmente os simples.

No entanto, a maioria das pessoas tem bastante dificuldade para diminuir o consumo destes alimentos e declaram abertamente seu amor por doces e massas.

Existem alguns motivos pelos quais as pessoas enfrentam tamanha dificuldade em abrir mão dos docinhos, dos pães e da macarronada do domingo.

Desde pequenas as crianças são condicionadas a ver o açúcar como um prêmio. Na melhor das intenções, a mãe chega em casa do trabalho trazendo um docinho para agradar ao filho e a avó enche os armários de guloseimas para os netos afinal, ela é a avó, né? Mas será que não seria mais legal assistir a um desenho juntinho delas ou leva-las para gastar energia em um parque?

Assim, é criado um vínculo muito forte entre doces e outras guloseimas e os sentimentos de bem-estar e conforto.

Quando chegam à idade adulta, buscam o açúcar como uma forma de aliviar o estresse. Quando uma pessoa sai cansada do trabalho, logo pensa em tomar uma cervejinha para relaxar. Se alguém briga com a vizinha, corre afogar as mágoas comendo um bombom! E por aí vai.

Mas, além disso, algumas pessoas podem estar literalmente viciadas no açúcar e no trigo.

Os cientistas da U.S. National Institute on Drug Abuse foram um dos primeiros a mostrar, através de escaneamento cerebral, que as alterações causadas pelo açúcar no cérebro são similares às alterações causadas por drogas como cocaína e álcool. Ou seja, é tão viciante como qualquer outra droga e, para alguns, pode não ser só uma questão de força de vontade deixar de consumi-lo.

Felizmente, existem alguns cuidados que estão ao alcance de qualquer mortal e que vão te ajudar a seguir uma dieta sem carboidrato simples e a viver a vida de uma forma mais leve em todos os sentidos!

Durma bem!

Dormir bem e dormir cedo é essencial para a produção de serotonina, responsável pela sensação de bem-estar, bom-humor, otimismo e motivação. E sabe o que acontece quando os níveis de serotonina caem? Imediatamente sentimos vontade de doces e carboidratos que elevam a serotonina.. Mas logo após consumirmos doces ou carboidratos, os níveis de serotonina voltam a ficar baixos e queremos carboidratos novamente!

Lide bem com as questões do dia-a-dia!

Quem já passou por um período de estresse maior sabe muito bem como, nessas fases, a vontade de doces e carboidratos aumenta. Existe uma relação entre o aumento do cortisol, hormônio ligado ao estresse, e o aumento não só da ingestão de alimentos doces mas também da quantidade consumida.

Coma frutas!

Tenha sempre frutas frescas à mão e habitue-se a come-las antes do doce.

Faça um diário! 

Você nem imagina como manter um diário alimentar ajuda a perceber coisas que, sem ele, você jamais saberia sobre você! Essa é uma ferramenta essencial e com apenas um mês fazendo anotações muito simples, você vai descobrir quais os alimentos que consome com mais frequência, quais podem desencadear a vontade de doces, os que afetam seu humor, sua fome ou seu intestino.

Limpe as gavetas e a dispensa!

Quando alguém pretende parar de comer doces e guloseimas parece uma boa idéia não tê-los por perto!

Mas por incrível que pareça, alguns continuam comprando e guardando na dispensa ou na gaveta todo tipo de alimentos pouco saudável e espera ter força de vontade suficiente para não ceder a tentação! Portanto, não leve para casa ou para o escritório nenhum alimento que você sabe que não vai resistir. Simples e efetivo!

Faça pequenas mudanças na rotina!

Por um período, até que você se sinta no controle das suas vontades, evite ir a lugares como padarias ou docerias. Sabe aquele doce gostoso que tem no restaurante que você almoça todos os dias e que você não resiste? Mude de restaurante por um tempo.

Você costuma visitar sua tia que sempre tem um bolo com café para oferecer? onvide-a para ir à sua ou a algum lugar seguro. Pequenas mudanças na rotina são super eficientes para livrar-se de hábitos ruins.

Faça atividades físicas!

Praticar exercícios estimula naturalmente a produção de hormônios que melhoram o humor como serotonina e dopamina. Muita gente não consegue manter a prática de exercícios porque não se dão a chance de experimentar e sair dos populares musculação/corrida/natação. Escolher alguma atividade que lhe dê prazer é essencial para a manutenção e a criação do hábito. Existem dezenas de possibilidades, nem só de academia vivemos!

Beijos.

Como escolher o seu adoçante ideal?

Natural ou artificial? Sem calorias ou com calorias? A resposta é: depende!

Alguns fatores podem influenciar na hora de tomar a decisão:

  • Você precisa emagrecer ou já emagreceu e quer manter o peso?
  • Você está treinando para ganhar massa muscular?
  • Você está saudável ou é pré-diabético ou diabético?

Para entender tudo e para facilitar a sua escolha, conheça cada uma das opções!

Sorbitol, Xylitol, Maltitol, Erytritol

Esses adoçantes são alcoóis de açúcar e assim como o açúcar, eles são também carboidratos. São extraídos de plantas e cereais e ocorrem em pequenas quantidades na natureza. Contém poucas calorias e, embora naturais, se consumidos em excesso podem causar inchaço e câimbras. Também causam danos aos dentes como o açúcar comum (nada de deixar a escova de dente de lado hein, hehehe) mas tem um índice glicêmico muito baixo, que não dispara o processo de acúmulo de gordura através da insulina.

Mel

Esta mistura única no planeta de açúcar, enzimas, minerais, vitaminas e aminoácidos é bastante diferente de qualquer outro adoçante natural!

O mel possui uma alta quantidade de frutose (em média 53% da sua composição), que é o açúcar do mel. Uma colher de chá desse adoçante natural contém 4 gramas de carboidrato e seu índice glicêmico é alto e se consumido em excesso eleva os níveis de insulina o que faz com que a gente engorde.

Porém, se usado com moderação, possui muitos benefícios à saúde.

Por curiosidade, listei alguns benefícios para a saúde, além do óbvio:

  • Alivia a tosse tão bem quanto uma substância chamada dextrometorfano usada em remédios.
  • Possui propriedades antibacterianas, antifúngicas e antioxidantes.
  • O mel era comumente usado, até o início do século 20, para combater infecções e herpes. Nos dias de hoje, conforme os pesquisadores descobrem como exatamente o mel ajuda no tratamento de infecções, sua popularidade vem aumentando!
  • Ajuda na cicatrização de úlceras.
  • Diluído em um pouco de água quente, ajuda no combate à caspa seborreica.
  • É um excelente umectante, ótimo para a saúde da pele e dos cabelos. Você pode adicioná-lo ao shampoo, ao condicionador ou ao creme hidratante.

É uma excelente fonte de energia rápida e de “longa duração” para atletas e pode ser usado como pré ou pós treino de acordo com seus objetivos.

Para usufruir de todos esses benefícios, é importante que o mel seja cru, não filtrado e de uma fonte confiável!

Melado de Cana

Assim como o mel, o melado de cana é muito rico em nutrientes mas se consumido em excesso eleva os níveis de insulina. Uma colher de chá tem em média 5 gramas de carboidratos . É uma excelente fonte de vitaminas e minerais.

Veja alguns benefícios do melado de cana:

  • A presença de ferro ajuda no tratamento da anemia.
  • Por ser excelente fonte de cálcio, auxilia na saúde dos ossos, nervos e funcionamento do coração.
  • O magnésio presente no melado auxilia na ativação de mais de 300 enzimas que regulam as funções corporais.
  • O potássio do melado ajuda a ativar enzimas usadas no metabolismo do carboidrato e da proteína. Junto com o cálcio e o magnésio, apóia o funcionamento das contrações musculares.

Este adoçante natural assim como o mel, é muito superior ao açúcar refinado em termos de nutrientes e, desde que usado com moderação, pode ser ótima escolha para quem quer manter o peso ou está treinando para o ganho de massa muscular.

Açúcar de coco

O açúcar de coco é um adoçante natural extraído da seiva da flor do coqueiro. Não contém quantidades significativas de nutrientes mas podemos encontrar ferro, zinco e potássio além de ácidos graxos de cadeia curta, polifenóis e antioxidantes.

O açúcar de coco contém uma fibra chamada inulina que proporciona uma absorção mais lenta da glicose por isso possui um índice glicêmico de 35 enquanto que o do açúcar comum fica próximo de 68. Uma colher de chá desse açúcar contém 4 gramas de carboidratos,  portanto requer moderação no consumo.

Stevia e Taumatina

São adoçantes naturais de baixa ou zero calorias. Não são carboidratos e por isso não elevam a insulina. Assim como os adoçantes artificiais, a Stevia e a Taumatina possuem um gostinho residual. Por tamanho benefício, ou seja, são naturais e adoçam sem engordar um miligrama, vale a pena testar e ver se você se adapta.

Aspartame, Sucralose, Sacarina, Acesulfame K e Ciclamato

O que os adoçantes artificiais tem em comum, além é claro, do fato de serem artificiais?

A incrível capacidade de estimular os receptores do sabor doce na língua.

Por este motivo, pesquisadores acreditam que ao estimular o sabor doce, os adoçantes disparam um circuito cerebral responsável pela área de recompensa do cérebro (assim como o açúcar) mas a falta de calorias interrompe o caminho, fazendo com que seu organismo peça por mais açúcar, disparando assim o desejo por alimentos doces.

Um estudo mostrou que o consumo de açúcar diminui os sinais enviados ao hipotálamo, o regulador de apetite no cérebro. O mesmo não acontece com o aspartame, o que sugere que o cérebro não registra o consumo de adoçantes como um alimento que satisfaz.

Outro argumento contra os adoçantes é que ele encoraja a dependência e o desejo por açúcar. Sabe quando diminuímos o sal e nos acostumamos com a comida menos salgada? Quando, por acaso, voltamos a adicionar um pouco mais de sal nos parece salgado demais o que antes era considerado ok.

Em algumas semanas, podemos treinar nosso paladar e adoçar cada vez menos. Ao contrário, quanto mais doce consumimos os alimentos, ao longo do tempo, mais adoçados precisam ser para nos satisfazer.

Vale o exemplo!

Quer tirar o açúcar do café?

Experimente por 15 dias e você vai perceber que no décimo sexto dia bom, aquele gosto amargo desapereceu. Sim, nosso organismo precisa de 15 dias para readaptar o paladar!

Além destas questões, existe um estudo que comprova que, em apenas 6 dias, o uso da sacarina leva à resistência à glicose, causada pela alteração da flora intestinal, ou seja, piora também a saúde do seu intestino.

O certo e óbvio é que adoçantes artificiais são produtos químicos e como tal devem ser evitados por quem se importa com a saúde.

E se você tem tendência à compulsão, níveis elevados de açúcar no sangue ou algum outro problema de saúde como dores de cabeça constantes, problemas neurológicos ou intestinais EVITE ao máximo o uso dessas substâncias.

Sempre que puder, escolha adoçantes naturais que, embora sejam mais caros, não comprometem seu emagrecimento e nem sua saúde.

Caso opte por um adoçante artificial, tenha em mente que adoçantes são para uso temporário. Aos poucos, vá diminuindo cada vez mais a dose que você está acostumado. Acostumou? Diminua uma gota. Seu paladar vai se adaptando e você terá cada vez menos necessidade de adoçar seus alimentos.

O açúcar que você não vê (ou escondem de você!)

Na natureza não é tão fácil assim encontrar açúcar. Evolutivamente falando, o ser humano consumiu açúcar em forma de mel quando dava sorte de encontrar e não ser perseguido por um urso. Era raro!

Ou então quando encontrava uma fruta no caminho, que naquela época não eram tão grandes e doces como hoje.

Para a maioria das pessoas, exceto as diabéticas, um pouco de açúcar de qualidade na dieta não é assim um grande problema, principalmente se você pratica atividades físicas para ganho de massa muscular.

O que eu quero dizer com açúcar de qualidade? O açúcar refinado não possui nenhum nutriente, é um alimento vazio. Ele funciona assim no seu organismo: você come e engorda. Fim. 🙂

Mas quanto açúcar podemos consumir sem ultrapassar o limite do saudável?

A  American Heart Association recomenda 6 colheres de chá (25 gramas) de açúcar para mulheres e 9 colheres de chá (38 gramas) de açúcar para homens. Para crianças, dependendo da idade e das necessidades calóricas, a recomendação fica em torno de 3 a 6 colheres de chá por dia.

Acrescente todo o açúcar proveniente dos carboidratos refinados que você consome como o pão de cada dia, o arroz, o macarrão, a barrinha de cereal, o suco de frutas natural para acompanhar o almoço, as frutas e os biscoitinhos fit do lanche.

E você pensa que as coisas param por aí? Doce ilusão.

Acrescente ainda, todo o açúcar que “vem de brinde” nos produtos industrializados que você sequer imaginaria ter açúcar como por exemplo molhos de tomate, linguiças ou peito de peru e até mesmo nos produtos light que, sem a boa e velha gordura, ficam sem gosto e então a indústria precisa acrescentar açúcar para dar algum sabor aquele produto.

Para que você tenha uma ideia de como é fácil exceder esse limite, em uma latinha de refrigerante é possível encontrar até 46 gramas de açúcar adicionado e assim, de uma única vez, você estará ingerindo quase o dobro de açúcar do que seria saudável.

Porém, não pense que isso é exclusividade de produtos sabidamente açucarados. Um iogurte pode conter até 29 gramas de açúcar adicionado em uma porção.

Nunca se esqueça de que quase todos os produtos industrializados contém açúcar em suas formulações. Nem sempre, ao ler os rótulos, você encontrará o açúcar pelo seu nome comum, que todo mundo conhece. Por isso, fiz uma lista dos nomes mais usados pela indústria para indicar a presença de açúcar na composição dos seus produtos:

Imagem2Se você cultivar o hábito de ler os rótulos dos alimentos, verá que é possível encontrar produtos que não contém açúcar. Por exemplo, existem molhos de tomate no mercado que contém açúcar mas também existem os que são só tomate e sal.

Crie esse hábito!

 

Carboidratos, gorduras, insulina, aumento de peso….

Limitar o consumo de gorduras, fazer mais exercícios ou comer menos do que se gasta não funciona porque nenhum filho(a) de Deus consegue comer pouco, sentir fome e fazer exercícios, tudo ao mesmo tempo por muito tempo … (a não ser que alguém acredite no milagre de emagrecer em uma semana porque daí o sofrimento passa rápido….)

Mesmo nas intervenções mais sérias como o uso de medicação e a cirurgia bariátrica, não há garantia de manutenção do peso perdido, uma vez que, se a pessoa mantiver os hábitos anteriores ao uso do remédio ou da cirurgia provavelmente voltará a engordar.

Para que nossas células recebam a energia da glicose, é necessário a presença de insulina.

Uma das principais funções da insulina no organismo é regular os níveis de glicose no seu sangue. Quando os níveis de glicose sobem além do aceitável, seu organismo precisa se livrar de todos os jeitos desse excesso. Isso significa que, se os níveis de glicose subirem exageradamente, assim também ocorrerá com a insulina.

A insulina, por sua vez, armazena a gordura nas células adiposas e o corpo passa a utilizar a glicose como fonte principal de energia, ACUMULANDO gordura!

E o que faz com que os níveis de glicose subam rapidamente? a ingestão de açúcares e carboidratos.

Observação: Açúcares também são carboidratos por isto, quando eu disser “carboidratos” entendam, “açúcar e outros tipos de carboidratos”.

Outro ponto importante é que a insulina faz com que seus rins retenham mais sódio e água. Sabe aquela sensação de inchaço, aquele líquido retido no seu organismo? Baixe o consumo de carboidratos e em uma semana ou duas você irá observar que seu corpo liberou todo o excesso de água!

E quais são as fontes mais comuns de carboidratos e açúcares?

Carboidratos

Além destes, sucos e refrigerantes são fontes INACREDITÁVEIS de açúcares.

Pode parecer exagero, a princípio, mas é uma dica valiosa: fique de olho bem aberto ao consumir produtos industrializados. A esmagadora maioria desses produtos, inclusive lights (para compensar a retirada da gordura, que fornece sabor ao alimento) contém alguma forma de açúcar que podem ter variados nomes como maltitol, maltodextrina, xarope de milho, xarope de glicose, frutose e por aí vai. Se você examinar rótulo por rótulo do que tem em casa e somar ao açúcar de mesa, à bolacha, ao macarrão, às batatas, ao pão que consome todos os dias verá o quanto estamos cercados por açúcar!

Ao ingerir carboidratos simples, o organismo rapidamente os transformará em glicose e aumentando repentinamente os níveis de energia. A insulina corre para fazer seu papel diminuindo a glicose no sangue e então surge aquela fome de leão pedindo por mais carboidratos para renovar esse estoque de energia.

É um ciclo vicioso! Quanto mais carboidratos ingerimos, mais fome e vontade de consumi-los teremos porque além disso, a “área da recompensa” do nosso cérebro é ativada quando ingerimos carboidratos tanto quanto como se estivéssemos nos drogando ou usando nicotina.

A excelente notícia é que todo esse processo é perfeitamente controlado pela baixa ingestão de carboidratos.

Então quer dizer que nunca mais vou comer carboidratos e vou engordar se comê-los?

Não!

Você terá que diminuir a quantidade de carboidratos que ingere e quando consumi-los, escolher os carboidratos de qualidade.

Após um certo período, você vai se acostumar tanto que esta forma de alimentação vai passar a ser natural e se tornará um estilo de vida.

Quando você atingir seu objetivo de emagrecimento ou recuperação de saúde, nada te impede de aumentar sua ingestão de carboidratos e ir observando até que ponto seu organismo aceita bem sem aumentar seu peso.

Se tiverem dúvidas ou sugestões deixem nos comentários!

 

INCLUIR OU NÃO NA SUA ROTINA ALIMENTAR?

Para manter a consistência e emagrecer é preciso ter força de vontade, e para ter força de vontade é preciso ter foco para fazer o que é preciso, ou seja, conciliar alimentação de verdade com exercícios físicos até que seus hábitos mudem. Afinal, a motivação para emagrecer ensina você a confiar na força de vontade para atingir o seu objetivo.

Ter um dia de lixo para fugir dessa rotina é recomendado por vários profissionais. Mas, particularmente, acredito que fugir do seu objetivo pode trazer vários prejuízos ao processo como um todo.

1 – Seu corpo não irá se adaptar

Quando você iniciar uma reeducação alimentar é preciso estabelecer horários e limites com os novos hábitos. É importante você acostumar seu corpo a fazer exercícios em determinados horários e se alimentar de maneira correta. Assim, será mais fácil o processo de adaptação.

Contudo, quando você se permite a ter um dia do lixo em sua dieta seu corpo fugirá dessa adaptação que já estava acostumado. Se você continua “jacando”, vai impedir que essa adaptação metabólica complete-se. Se você permite dias de lixo, comendo qualquer alimento que não faça parte da alimentação de verdade, o organismo não irá se adaptar ao processo de emagrecimento.

2 – Causa aumento no consumo de açúcar

Sabemos que o açúcar afeta quase todos os órgãos do corpo. Em 2014, os pesquisadores foram capazes de mostrar cientificamente que a ingestão de muito açúcar poderia aumentar significativamente o risco de morrer de doenças cardiovasculares. Além disso, o açúcar está ligado diretamente às causas de obesidade.

Quando você inicia uma reeducação alimentar, o primeiro passo é evitar o consumo de açúcar ou substituí-lo por outros alimentos, como o xylitol. O problema é que quando você começa a ter dia do lixo em sua dieta, você adiciona açúcar novamente em sua dieta, trazendo todos os seus malefícios para a saúde.

3 – Comer demais

Para manter a disciplina é importante não comer alimentos errados e que não fazem parte da alimentação de verdade. Pois, essas guloseimas fazem com que você coma mais e mais dessas calorias, sem oferecer os nutrientes necessários ao seu organismo.

Um dos grandes problemas do dia do lixo é que ao se permitir comer besteiras, muitas pessoas comem compulsivamente como se não houvesse amanhã. E esse distúrbio além de prejudicar o processo de emagrecimento pode trazer uma série de prejuízos para o corpo e contribuir para o aparecimento de diversas doenças.

4 – Aumenta a falta de consistência

Se você realmente quer uma coisa, você precisa focar nesse objetivo, se não a força de vontade se dissipa para outras coisas. A falta de consistência ocorre, principalmente, pelo fato de desejar perder peso rapidamente e incluir dias de lixo a sua dieta. Pois, se você não consegue se mover e organizar a sua dieta, não conseguirá ver resultados, o que manterá o desânimo.

Quando tiver vontade de ter um dia do lixo, foque no seu objetivo. É preciso focar no resultado. Pense no quanto você vai ganhar com isso, ao invés de pensar no quanto é “difícil” ficar sem comer as guloseimas preferidas.

5 – Síndrome da culpa

Quando você come demais ou foge da dieta, acende automaticamente a síndrome da culpa. Se culpar demais pode desencadear uma série de fatores negativos, como desânimo e falta de consistência. Causando até a desistência do processo de emagrecimento. Evite os dias de lixo para não se culpar e nem desistir do seu objetivo.

6 – Comida lixo faz mal

É preciso lembrar que comida lixo foi abandonada porque faz mal para a sua saúde e para o processo de emagrecimento. Por isso, consumi-la mesmo que em um único dia, traz de volta todos os prejuízos que você havia abandonado anteriormente.

Esses alimentos não contribuem para o aumento no metabolismo, pelo contrário, deixa o corpo mais preguiçoso. Gorduras trans, óleos de grãos e glúten permanecem no corpo e leva um longo tempo para o organismo se recuperar.

Fuja Do Lixo

A base de sua alimentação de verdade deve vir de alimentos ricos em nutrientes. Para que isso seja possível, evite alimentos embalados e a presença de ingredientes artificiais, toxinas e antinutrientes.

Mantenha o foco. Não deixe que uma viagem ou os dias de folga do trabalho, como os finais de semana, te tirem dos trilhos. Estar longe de sua rotina normal não significa que seus esforços saudáveis precisam ser eliminados.

Tenha em mente quais são os seus objetivos e mantenha-se firme na alimentação de verdade.

Beijos

 

Disbiose & Obesidade Qual a relação?

Você sabia que o nosso intestino possui inúmeras bactérias e que o equilíbrio entre elas é essencial para nossa saúde e bem-estar? Síndrome do intestino irritável, sintomas de má digestão, como azia, excesso de gases e barriga inchada, diarreia, prisão de ventre, gastrites, candidíase, intolerância à lactose,  depressão, cansaço e dores crônicas, entre tantos outros males, podem ser decorrentes de uma flora intestinal desequilibrada. E, além de todos esses efeitos nocivos à saúde, o desequilíbrio da microbiota intestinal, conhecido como disbiose, também tem influência no sobrepeso e obesidade.

 

O excesso de peso não é apenas uma questão estética, mas sim de saúde pública, uma vez que diversas doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, pulmonares e até o câncer estão relacionadas à obesidade. Suas causas mais conhecidas, além de fatores genéticos, são os fatores comportamentais, como o sedentarismo, maus hábitos alimentares, uso excessivo de álcool e estresse. Entretanto, o que muitas pessoas não sabem é que a disbiose intestinal é uma situação que favorece o ganho de peso ao longo dos anos.

De acordo com a especialista, a predominância de determinadas bactérias, consideradas “maléficas”, interfere na absorção de vitaminas e minerais, ocorrendo também produção adicional de calorias. São essas calorias a mais, resultantes do metabolismo bacteriano, as responsáveis pelo contínuo ganho de peso e também pela dificuldade em se perder medidas. “O consumo de alimentos refinados, pouca ingestão de fibras alimentares, o uso frequente de medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios e laxantes reduzem as bactérias ‘benéficas’  da microbiota intestinal, levando à disbiose”, esclarece a médica nutróloga. Também estão sujeitas a este desequilíbrio intestinal as pessoas que fizeram cirurgia bariátrica, e isso se manifesta com os sintomas digestivos, principalmente muitos gases, e reganho de peso após alguns anos de cirurgia.

A boa notícia é que o tratamento adequado, feito por meio de reeducação alimentar, medicamentos e suplementos, pode evitar e reverter o quadro.

Nosso intestino é responsável por parte do nosso sistema de defesa e funciona como um grande filtro que favorece ou impede a entrada de determinados nutrientes e de substâncias prejudiciais ou não à saúde. Se o intestino está saudável, os nutrientes são bem absorvidos. No entanto, a flora intestinal em desequilibrio gera ou facilita o aparecimento de doenças como a obesidade.

 

O diagnóstico é o primeiro passo para o tratamento da disbiose intestinal e, consequentemente, da obesidade. Primeiro, é preciso uma avaliação completa do paciente, com história clínica e avaliação da composição corporal, exames laboratoriais, além do teste de hidrogênio expirado, que mede o crescimento bacteriano no intestino e tem se mostrado um diferencial pelos resultados. Neste exame, o paciente ingere uma substância específica e depois avalia-se o ar expirado, indicando se a pessoa possui ou não um crescimento bacteriano normal.

Já o tratamento é feito através de um plano alimentar individualizado, com utilização de suplementos probióticos, prebióticos e antibióticos, quando necessário. O objetivo final é recolonizar o intestino. A médica enfatiza que a reeducação alimentar é indispensável ao tratamento, visando manter o intestino saudável. Tratando a disbiose, o paciente terá muito mais facilidade para perder peso, evitando a obesidade.

Beijos

Está sempre com vontade de comer doces? A resposta pode estar no seu intestino!

 

O intestino é um órgão muito mais inteligente e ativo na nossa saúde do que imaginamos, por isso é essencial que ele esteja sempre funcional e saudável. Do contrário, em um cenário de desequilíbrio (disbiose), o indivíduo irá se deparar com diversos sintomas: de desconforto físico até o “vício” em açúcar e demais produtos refinados.

A disbiose intestinal altera a proporção entre microorganismos benéficos e patogênicos que protegem a mucosa do intestino, tendo principal fator de influência a nossa alimentação, no caso, os alimentos ricos em carboidratos refinados, como doces e farináceos. Esse crescimento desordenado contribui para a inflamação subclínica do corpo devido à liberação de toxinas pelos microorganismos patogênicos, o que interfere até mesmo no funcionamento dos neurotransmissores – mediadores químicos cerebrais importantíssimos no nosso humor, ansiedade, bem-estar.

Ao desregular o sistema grelina, serotonina e insulina, passamos a apresentar resistência à leptina (dificuldade em se saciar) e hiperestimulação da grelina (fome constante), além de alterações na síntese de serotonina (bem-estar), estimulando o consumo exagerado de alimentos ricos em açúcar e carboidratos refinados, afinal, são alimentos que relaxam o cérebro e proporcionam prazer instantâneo (e momentâneo). Com isso, estamos estimulando cada vez mais a insulina e a consequente deposição de gordura corporal.

Então, antes de desanimar porque não consegue ficar sem o docinho depois do almoço, que tal agradar mais o seu intestino cuidando dele com uma alimentação limpa e equilibrada? Com certeza ele irá recompensar muito bem você pelos cuidados.

Beijos

Água com gás engorda? Emagrece? Dá celulite?

Água com gás é essencialmente água que contém gás carbônico. Isso é feito através do processo de gaseificação, onde o dióxido de carbono é dissolvido em água. Isso resulta na água tendo uma efervescência. Esse gás está presente na forma de ácido carbônico, o que pode fazer com que algumas pessoas se sintam mais cheias e mais satisfeitas. Se esse é o caso, podemos até pensar que água com gás emagrece.

Alguns produtos com água com gás têm aditivos, como sódio e outros minerais para melhorar o sabor e baixar o pH. Entretanto, pessoas com problemas de saúde como problemas cardíacos e de pressão arterial devem prestar atenção ao sódio na água. Ingestão de sal pode aumentar a pressão arterial. Beber água com gás com muito sódio pode causar complicações para esses pacientes.

Outra preocupação sobre beber água com gás é que ela não faz bem a pessoas com problemas digestivos ou síndrome do intestino irritável. Pelo fato de a água com gás ter dióxido de carbono, ela pode causar desconforto em pacientes com síndrome do intestino irritável. Água com gás pode causar inchaço e gases.

A água com gás também pode causar arroto. O problema com isso é que o arroto pode causar refluxo ácido. Beber água com gás pode piorar seus sintomas de refluxo ácido, então é melhor que pessoas com refluxo ácido evitem bebidas gaseificadas, incluindo a água com gás.

Em sua forma pura, a água com gás não causa ganho de peso. Na verdade, a água com gás emagrece da mesma forma que a água normal. Novamente, único cenário em que a água com gás engorda é com a presença de aditivos como açúcar, adoçantes, sódio ou calorias adicionais.

Para algumas pessoas, a ideia de beber bastante água não é tentadora. A água com gás oferece variedade, e bebe-lá durante o dia, incluindo antes e depois das refeições, pode te ajudar a se sentir mais cheio, tirar a fome e a consumir menos calorias.

No geral, a água com gás é um bom substituto para refrigerantes. Ela pode te manter hidratado com as bolhas e a qualidade refrescante dos refrigerantes. Entretanto, a água com gás engorda dependendo dos aditivos que ela contém. Ela não é recomendada a pessoas com problemas intestinais e refluxo ácido. A água normal ainda será sempre a opção mais saudável.

Beijos